Empresária desaparecida no Rio de Janeiro

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No primeiro dia de fevereiro a microempresária Maria da Graça de Jesus, 53 anos, pediu aos funcionários de sua loja que não fossem trabalhar na manhã do dia seguinte, comprou uma mochila pequena, conversou normalmente com a filha, sem dar sinais de que aquele seria o último encontro.

Levantou cedo no dia 02, saiu sem levar nenhum dos três celulares, nem as chaves de casa e sem deixar bilhete algum para a única filha. Foi vista pela última vez na Rua Frei Caneca, onde morava, na altura do número 5, no centro do Rio de Janeiro, vestia calça jeans, tênis e blusa roxa estampada, carregava uma frasqueira vermelha e a mochila rosa claro e preta que comprara no dia anterior.

Até o momento, a família não recebeu contato algum, nada que possa levar ao paradeiro da empresária. Segundo informações, Maria da Graça estava com grave problema financeiro, tinha muitas dívidas, demonstrou preocupação por não ter conseguido quitá-las  e já chegou a receber ameaças.

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Esta moça é irmã da minha cunhada. É uma pessoa correta, trabalhadora e muito querida pelos familiares e amigos, mas que está passando por uma situação difícil que se complicou por razões desconhecidas. Por favor, nos ajude a divulgar este desaparecimento. Graça não tem outros parentes e a filha está desesperada, pois são muito unidas. Não se sabe se ela foi coagida a sair de casa, se foi por vontade própria, nem o que está acontecendo. O Brasil não possui cadastro de pessoas, não existe uma divisão da polícia que investigue desaparecimentos…contamos apenas com Deus e com a força da divulgação. Você pode fazer a diferença. Se viu essa moça, escreva para vslampert@gmail.com , repassarei à família.

Se você não tem nenhuma notícia, passe este link adiante, ela pode estar em qualquer lugar do Brasil. Quem sabe possa ajudar a solucionar este mistério e até mesmo salvar uma vida.

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UPDATE:

Saiu uma matéria sobre o caso no jornal O Dia:

http://odia.ig.com.br/portal/rio/pol%C3%ADcia-investiga-desaparecimento-de-empres%C3%A1ria-1.404369

Ainda não temos notícias, mas tenho certeza de que se todo mundo ajudar a divulgar, solucionaremos este caso em breve. Peço também a quem faz trabalho voluntário com moradores de rua que observem bem este rosto, pois ela também pode estar entre eles.

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Quando os gatos dizem não

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Gatos têm suas próprias opiniões. Geralmente eles são legais e amigos, mas de vez em quando querem ficar sozinhos ou fazer outras coisas que não as que os outros querem que eles façam, exatamente como eu ou você.

Meus gatos são famosos pelas caras de amor que fazem quando tiram fotos abraçadinhos comigo. Geralmente ficam felizes com as sessões de foto (principalmente o Tiggy), a alegria é totalmente espontânea. Se tem uma coisa que você nunca conseguirá é fazer um gato demonstrar algo que ele não esteja sentindo ou não demonstrar exatamente o que ele está sentindo.

Eu não acredito na irracionalidade animal, quem convive com eles sabe que raciocinam mais do que muita gente que a gente conhece. O que acontece é que os animais são muito mais emoção do que razão, quase como uma criança de dois anos. São um potinho de sentimentos e agem de acordo com eles, na maioria das vezes (com raríssimas exceções, e o Gatão era uma delas). Muitas pessoas, infelizmente, agem exatamente assim e se transformam em seres irracionais, sendo levadas por seus impulsos, acreditando na sentença destrutiva “siga o seu coração” (não faça isso, por favor! Siga a sua cabeça e guie o seu coração).

Hoje tentei tirar fotos com os meus gatinhos, como já fiz diversas vezes. Era o meu aniversário e achei que seria bacana uma sessão de fotos com meus filhotes e aquelas carinhas de amor que só eles sabem fazer. Mas eles queriam brincar. E não era brincar de tirar foto, queriam perseguir fiozinho, atacar ratinhos de brinquedo e correr atrás do outro. Ricota queria muito morder meu vestido, também. Não estavam com a menor vontade de ser fofinhos.

A expressão de extrema felicidade no rostinho deles não poderia ser mais clara. Você consegue claramente captar o que estavam pensando naquele momento. “Socorro” e “me larga, mamãe” poderiam estampar as legendas. Como boa Felícia, publico as fotos mesmo assim.

Estão no Facebook e no Flickr. Clique aqui para ver!

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